Perguntas frequentes

Talvez a resposta para a sua dúvida esteja aqui :)

O mel da Bee Mel é puro?


Sim. O mel da Bee Mel é de abelhas Apis mellifera e não recebe aditivos, nem é pasteurizado. Também não fazemos a mistura de floradas (processo utilizado por alguns entrepostos para padronizar o mel de prateleira). Optando por essa forma de produção, garantimos que cada mel que chega até você carrega características únicas de cada safra.




Meu mel cristalizou. Ele é puro?


Sim. Apenas o mel puro passa por esse processo. Ou seja, o que parece "defeito", na verdade é sinal de qualidade e de que seu mel não foi adulterado.




Por que o mel cristaliza?


O mel puro cristaliza porque contém 30% de glicose, um açúcar presente naturalmente no mel que tende a formar cristais sólidos com o passar do tempo, especialmente em ambientes com variação de temperatura. Ou seja, não significa que está estragado, mas em contato com o frio. A temperatura de cristalização varia com o tipo de florada. Para descristalizar, faça banho-maria lento, usando água não tão quente.




O favo de mel é comestível?


Sim. Você pode engolir a cera de abelhas que fica na boca ao mastigar o favo de mel. Isso porque a cera utilizada por apicultores responsáveis é natural, ou seja, feita pelas próprias abelhas, que utilizam até nove quilos de mel para produzir um quilo de cera. Temos um post em nosso blog explicando direitinho.




Posso dar mel de abelhas para crianças menores de 1 ano?


Não. As crianças não devem ingerir mel antes do primeiro ano de vida, segundo o alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A orientação é baseada em pesquisas que mostram a presença de bactérias causadoras do botulismo intestinal em amostras de mel. O botulismo é um tipo de intoxicação alimentar que atinge o sistema nervoso e pode causar tremores, dificuldade de deglutição, moleza no corpo e falta de apetite. Em casos mais graves, há o risco de insuficiência respiratória e de complicações neurológicas. Segundo dados do Guia Brasileiro de Vigilância Epidemiológica, a doença causa 5% das mortes súbitas em crianças menores de 1 ano de idade. De acordo com o pediatra Moisés Chencinski, de São Paulo, isso acontece porque o sistema gastrintestinal da criança ainda não está totalmente desenvolvido. Já em crianças a partir de um ano de idade e em adultos, o bacilo Clostridium botulinium é neutralizado sem dificuldade e gera risco de causa intoxicação.